Fim de semana foi de tensão em toda a região. Informações dando conta sobre risco de um novo furacão no Sul do Estado deixou muita gente mais branca que o Sivuca (Ver Google). No final da tarde de domingo, no entanto, a notícia alentadora, o fenômeno, classificado de tempestade tropical, irmã mais nova dos furacões, não chegaria a costa e ficaria apenas no mar causando chuva e risco de alagamentos em toda a região.
De qualquer modo, a informação mobilizou toda a região e preocupou, principalmente depois de que o Centro de Furacões dos Estados Unidos alertou o Governador do Estado sobre o monitoramento que era feito na região.
A probabilidade de termos problemas é grande, mas os estragos devem ser menores que o imaginado. Preocupação mesmo recai para os rizicultores que devem perder boa parte da produção caso a chuva e o vento venham com a intensidade prevista.
O estress provocado pela notícia é sinal do trauma provocado pelo Furcação Catarina. Amigo Silmar Vieira, radialista e apaixonado pelas coisas do campo e do clima foi um deles. Não nega. Se borra de medo do vento. Não conseguiu se recuperar desde 2004. "Tem gente que é bem pior. Uma senhora errou cinco vezes o telefone da minha casa de tanto que tremia", garante Ronaldo Coutinho.

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