Data da publicação 03/02/2010 | Hora da publicação 13:29:10.

Acabando como os Charcos

"Mas os seus Charcos e os seus pântanos não sararão; serão deixados para sal" (Ezequiel 47:11). Dr. J. H. Jowett, falando a respeito da importância da unidade e da falta de comunhão entre as pessoas, usou as seguintes palavras: "Quando a maré está baixa, existe grande quantidade de charcos na orla. Quando a maré está alta, eles se juntam e as pequenas separações ficam perdidas em uma união esplêndida."

Quando a nossa vida enfrenta uma maré espiritual baixa, perdemos a Amor aos irmãos, deixamos de participar da vida evangelizadora da igreja, nosso relacionamento com Deus se esfria e esquecemos do valor que temos diante do Senhor e da promessa de que em tudo "seremos mais do que vencedores'.

A experiência vitoriosa da Igreja Primitiva deixa de fazer parte de nosso cotidiano. Não mais vivemos em plena comunhão com todos e os interesses passam a ser outros. Não mais estamos unidos de alma e muito menos temos o mesmo pensamento. Isolamo-nos, passamos a viver longe da fonte de água viva e não desfrutamos mais do manancial de bênçãos. Como pequenos charcos, de águas paradas e sem vida, convivemos apenas com as lembranças do que outrora havia sido uma vida feliz e abundante.

Mas a situação não é definitiva. As coisas podem mudar. As bênçãos ainda estão disponíveis para cada um de nós. A maré do Amor incomensurável de Deus, começa a subir. Ela sempre sobe para nos alcançar. Ela quer acabar com os charcos da desilusão e da tristeza. Quer nos trazer de volta ao convívio com as vitórias. Quer de novo, inundar nossos corações com a verdadeira felicidade. Permitamos que os charcos desapareçam, que as águas paradas nunca mais voltem a se formar. Estendamos nossas mãos e nos juntemos aos demais que nunca deixaram transformar em pântanos de fracasso espiritual. A vida nos espera, o júbilo está a nossa frente de braços abertos. Sigamos junto à maré alta da graça abundante de Deus.

O novo sentido para a vida Salmo 30 "Senhor, te exaltarei porque me livraste e não deixaste zombar de mim meus inimigos. Senhor, meu Deus, a ti clamei e me curaste. Senhor, tu me fizeste voltar ao abismo, restituíste-me a vida para eu não descer à sepultura. Cantai hinos ao Senhor, ó seus fiéis rendei graças a sua santa memória; porque tua irá dura um instante, a sua bondade, por toda a vida. Se de tarde sobrevem o pranto de manhã vem a alegria. Quando eu era feliz, eu disse: "Nada vai me fazer vacilar!" Na tua bondade, Senhor, me fizeste ais firme que um monte; mas quando escondeste o rosto, eu fiquei conturbado. A ti eu clamo, Senhor, a meu Deus peço socorro.

Que vantagem pode haver se eu morro, se desço à sepultura? O pó acaso poderá louvar-te e proclamar tua fidelidade? Atende, Senhor, tem piedade, senhor, vem em meu auxilio. Mudaste em dança meu lamento, minha veste de luto em roupa de festa. Para que meu coração cante sem cessar. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre."

Pensamento Final "Amar não consiste em sentir que se ama, mas em querer amar".

Autor: Padre Samiro Meurer.

Comentários


Nenhum Comentário Ainda. Seja o Primeiro!

Seu Nome

(obrigatório)

Seu E-mail

(obrigatório) (não será publicado)

Cidade

(obrigatório)

Comentário

(obrigatório)